A agência
Há cerca de 10 anos atrás, um grupo de amigos, ainda na faculdade, resolveu – como tantos outros grupos de amigos de faculdade fazem – sair da vida mansa e abrir uma empresa.
E pronto. Essa é a história do surgimento da CDLJ.
Ok, certamente você já ouviu uma história parecida com essa.
Afinal, faculdade é o que não falta por aí, nem grupos de amigos empolgados e bem-intencionados, acreditando que vão mudar o mundo, a história da comunicação e tudo mais que existe em matéria de publicidade.
A diferença é que poucas dessas empreitadas conseguem completar 10 anos no mercado.
Daí você pergunta: e qual a diferença entre a CDLJ e essas empreitadas que não deram certo?
A pergunta é pertinente, mas não tem uma resposta simples.
Em primeiro lugar: não se chega aos dez anos de trabalho sem muito, muito empenho, uma boa dose de sacrifício pessoal e sem uma boa base de ética profissional.
Algum talento, muito jogo de cintura, uma dose cavalar de persistência, um pitadinha de teimosia…

E você, leitor atento, pensa: mas isso é o básico. Deve ter algum segredinho na manga aí.
Ok, tem mesmo. Mas a gente revela.
Nossos valores.
Logo no início da formação da CDLJ, nós estabelecemos algumas diretrizes que nos acompanham até hoje:
1º – Comunicação é resultado. Não adianta fazer comunicação para ganhar prêmio, para fazer uma média com o mercado e nem pra participar de festinha. A medida do nosso sucesso, portanto, é o sucesso dos nossos clientes.
2º – Agência de comunicação? Por aí tem várias. Mas só vale a pena abrir a nossa própria agência se trabalhar nela for mais legal que trabalhar em qualquer outra agência do mercado. Em resumo: a cdlj é um lugar onde nós, sócios, gostaríamos de trabalhar se não fôssemos donos? Ok. Enquanto estiver assim, tá legal.
3º – A competição interna, comum em agências de publicidade, é uma babaquice. Todo mundo deve colaborar com o sucesso das campanhas que fazemos. Como já dizia Washington Olivetto, santo padroeiro da agência, é melhor ser o co-autor de um treco brilhante que o solitário autor de uma peça medíocre.
4º – Na dúvida, apele para a criatividade. Ela é a gasolina de nossa engrenagem. Ela vale mais do que a maior das verbas de produção. Sendo assim, a busca da excelência deve ser nosso método de trabalho.
5º – Dinheiro é importante, mas a vida é muito mais que isso. Abraçaremos com entusiasmo projetos que façam nosso olho brilhar.
E é isso. Brigado pela visita, mas não precisa ir embora agora: aproveite pra passear pelo nosso site e ver o que nós fazemos.
A gente tem certeza que você vai encontrar coisas bem mais interessantes que todo esse longo, mas necessário, blá blá blá :)
Abraços,
Leandro Nascimento e Jorge Martins
